Neste livro, as personagens são:
- Ilda
- Joana
- Catarina
- Margarida
- Lúcia
- Alice
- Érica
- (todas as professoras e delegadas, com a mudança da Sra. Kennedy para Sra. Lewis)
Este período, as gémeas Patrícia e Isabel O'Sullivan vão para o colégio já bem mais contentes. Estão desejosas de reencontrar as amigas, mas desta vez levam uma colega nova, a Alice O'Sullivan, a prima delas. Mas a Alice não é a única aluna nova na turma do primeiro ano. A Lúcia Oriell, filha de um famoso pintor, também ingressa no colégio e não tarda a conquistar as colegas. Com o seu talento para o desenho, a sua memória fantástica e a sua inteligência brilhante, a Lúcia torna-se uma verdadeira aluna de Santa Clara. Já a Margarida, outra aluna nova do primeiro ano, não fica assim tão bem vista. A aluna nova era muito carrancuda, mal-educada e não prestava atenção nenhuma nas aulas. Era exatamente o contrário da Lúcia.
Continuando, neste período destaca-se uma aluna do segundo ano, a Érica, com fama de ser mazinha e interesseira. Tudo começa quando a Teresa (outra aluna do segundo ano, muito popular) faz anos e organiza uma mini-ceia-secreta. Ou seja, convida pouca gente, entre essas, as gémeas e a Joana. A Érica fica com a pulga atrás da orelha, após ouvir um comentário sobre a festinha e decide estragar a festa à Teresa, já que esta não a convidou. A Érica consegue, e sem se denunciar, leva a Mademoiselle à sala da festa.
Claro que a Teresa, as gémeas e a Joana (juntamente com as outras raparigas da festa) quiseram descobrir quem as denunciou à professora. E foi graças a uma frigideira de salsichas que a verdade veio ao de cima. A Patrícia ia devolver o objeto à cozinheira, quando esta lhe falou da Érica. A Patrícia juntou dois mais dois e resolveu o mistério. Correu a contar às outras e castigaram a Érica.
A rapariga ficou furiosa e jurou que um dia vingar-se-ia da Patrícia.
Houve também uma aula em que a Margarida estava maldisposta, e ficou protagonista de um acontecimento chamado "Grande Discussão". A Margarida tinha, entre o livro de História, uma carta que não tinha falado a ninguém. Estava a lê-la, mas a professora Lewis notou e pediu que lha entregasse. A rapariga recusou-se e acabou por ser mandada para a rua, após ter ofendido a professora.
A Érica, no entretanto, continuava a tentar castigar a Patrícia. Até que surgiu uma oportunidade: uma reunião no ginásio, em que poderia sair sem que ninguém a visse. Assim fez e conseguiu estar a sós na sala de convívio. Decidiu estragar o orgulho da Patrícia, uma camisola de malha, que ela própria estava a fazer.
Assim que a pobre menina se apercebeu, a sua irmã contou às outras, que de imediato culparam a Margarida, por causa do seu mau feitio.
Durante as férias intercalares, as gémeas contaram à mãe o que tinha acontecido à Patrícia. A mãe logo disse que não deviam acusar a Margarida, já que não tinham provas de que era ela a culpada. À hora do almoço, as gémeas encontraram uma antiga colega, que atualmente frequentava o colégio de Santa Ilda. Durante a conversa, as gémeas e a Alice, que tinha ido com elas, contaram à Pilar da nova colega, que era exímia em todos os desportos, mas que tinha um mau feitio que não lembrava ao diabo. A Pilar contou que tivera uma colega muito parecida com a Margarida, mas que já fora expulsa. Chegaram as quatro à mesma conclusão: a Margarida era a antiga colega da Pilar. Depressa descobriram, pela Pilar, que a Margarida já tinha 16 anos e que tinha sido expulsa de seis colégios. As gémeas e a Alice decidiram que não diriam nada a ninguém.
Mas, após a segunda vingança da Érica, a Alice não se conteve e contou às colegas o que tinham descoberto sobre a Margarida. Esta, que entrara na sala de convívio no final da explicação, fugiu, lavada em lágrimas.
Nessa noite, a Margarida levanta-se e vê algo parecido com chamas na enfermaria. Corre a acordar uma professora e depressa é dado o alerta. A governanta, chefe da enfermaria, confirma se todas as alunas doentes estão fora do edifício, mas confunde a Érica do segundo ano com uma do quarto. Então a Mademoiselle repara na aluna, dentro de um quarto em chamas. A Margarida decide que não há tempo para esperar pelos bombeiros, quando ouve que eles ainda estão a caminho. Sobe então pela escada mais alta, que não chegava à janela para tentar salvar a Érica. A Margarida segurou-se a um cano que estava no fim das escadas e trepou-o até chegar à janela do andar em chamas. Fez uma corda de lençóis e pôs a Érica às suas cavalitas, para chegar à escada. A rapariga doente chega sã e salva ao chão, mas a heroína tropeça na escada e cai no chão, de cabeça.
No dia seguinte, sabe-se que a Margarida partiu a perna, mas está bem. Ninguém ligou muito à Érica, menos a Lúcia, que se preocupava com todos. Foi à Lúcia que a Érica confessou que era culpada de todos os males que tinham acontecido à Patrícia.
A Lúcia falou com a diretora para saber se a Érica poderia começar uma vida nova noutro colégio, mas sem ser expulsa de Santa Clara. E assim a Érica abandonou o colégio, com a primeira lição de vida ultrapassada.
Já a Margarida era a heroína do momento. Todas a admiravam por o seu feito e a desculpavam por a terem acusado injustamente. A Lúcia e a Margarida tornaram-se inseparáveis com o tempo.
Até que o inesperado aconteceu. O pai da Lúcia teve um acidente e perdeu toda a mobilidade no braço direito, o que o impediria de continuar a pintar. A Lúcia via um futuro horrível, pois teria que abandonar o colégio e começar a trabalhar, para ajudar a família. Mas a Margarida teve a ideia que tudo resolveu. Contou à diretora o quanto a Lúcia era inteligente e que ela conseguiria fazer os exames com as alunas do terceiro ano. Esses exames permitiriam que a melhor aluna ganhasse uma bolsa ( e escolheria um colégio, onde ficaria sem pagar propinas). A diretora concordou e chamou a Lúcia para a informar da decisão.
E foi assim que tudo acabou bem.
Não é perciso esperarem muito, em breve publicarei o resumo do terceiro livro!
Claro que a Teresa, as gémeas e a Joana (juntamente com as outras raparigas da festa) quiseram descobrir quem as denunciou à professora. E foi graças a uma frigideira de salsichas que a verdade veio ao de cima. A Patrícia ia devolver o objeto à cozinheira, quando esta lhe falou da Érica. A Patrícia juntou dois mais dois e resolveu o mistério. Correu a contar às outras e castigaram a Érica.
A rapariga ficou furiosa e jurou que um dia vingar-se-ia da Patrícia.
Houve também uma aula em que a Margarida estava maldisposta, e ficou protagonista de um acontecimento chamado "Grande Discussão". A Margarida tinha, entre o livro de História, uma carta que não tinha falado a ninguém. Estava a lê-la, mas a professora Lewis notou e pediu que lha entregasse. A rapariga recusou-se e acabou por ser mandada para a rua, após ter ofendido a professora.
A Érica, no entretanto, continuava a tentar castigar a Patrícia. Até que surgiu uma oportunidade: uma reunião no ginásio, em que poderia sair sem que ninguém a visse. Assim fez e conseguiu estar a sós na sala de convívio. Decidiu estragar o orgulho da Patrícia, uma camisola de malha, que ela própria estava a fazer.
Assim que a pobre menina se apercebeu, a sua irmã contou às outras, que de imediato culparam a Margarida, por causa do seu mau feitio.
Durante as férias intercalares, as gémeas contaram à mãe o que tinha acontecido à Patrícia. A mãe logo disse que não deviam acusar a Margarida, já que não tinham provas de que era ela a culpada. À hora do almoço, as gémeas encontraram uma antiga colega, que atualmente frequentava o colégio de Santa Ilda. Durante a conversa, as gémeas e a Alice, que tinha ido com elas, contaram à Pilar da nova colega, que era exímia em todos os desportos, mas que tinha um mau feitio que não lembrava ao diabo. A Pilar contou que tivera uma colega muito parecida com a Margarida, mas que já fora expulsa. Chegaram as quatro à mesma conclusão: a Margarida era a antiga colega da Pilar. Depressa descobriram, pela Pilar, que a Margarida já tinha 16 anos e que tinha sido expulsa de seis colégios. As gémeas e a Alice decidiram que não diriam nada a ninguém.
Mas, após a segunda vingança da Érica, a Alice não se conteve e contou às colegas o que tinham descoberto sobre a Margarida. Esta, que entrara na sala de convívio no final da explicação, fugiu, lavada em lágrimas.
Nessa noite, a Margarida levanta-se e vê algo parecido com chamas na enfermaria. Corre a acordar uma professora e depressa é dado o alerta. A governanta, chefe da enfermaria, confirma se todas as alunas doentes estão fora do edifício, mas confunde a Érica do segundo ano com uma do quarto. Então a Mademoiselle repara na aluna, dentro de um quarto em chamas. A Margarida decide que não há tempo para esperar pelos bombeiros, quando ouve que eles ainda estão a caminho. Sobe então pela escada mais alta, que não chegava à janela para tentar salvar a Érica. A Margarida segurou-se a um cano que estava no fim das escadas e trepou-o até chegar à janela do andar em chamas. Fez uma corda de lençóis e pôs a Érica às suas cavalitas, para chegar à escada. A rapariga doente chega sã e salva ao chão, mas a heroína tropeça na escada e cai no chão, de cabeça.
No dia seguinte, sabe-se que a Margarida partiu a perna, mas está bem. Ninguém ligou muito à Érica, menos a Lúcia, que se preocupava com todos. Foi à Lúcia que a Érica confessou que era culpada de todos os males que tinham acontecido à Patrícia.
A Lúcia falou com a diretora para saber se a Érica poderia começar uma vida nova noutro colégio, mas sem ser expulsa de Santa Clara. E assim a Érica abandonou o colégio, com a primeira lição de vida ultrapassada.
Já a Margarida era a heroína do momento. Todas a admiravam por o seu feito e a desculpavam por a terem acusado injustamente. A Lúcia e a Margarida tornaram-se inseparáveis com o tempo.
Até que o inesperado aconteceu. O pai da Lúcia teve um acidente e perdeu toda a mobilidade no braço direito, o que o impediria de continuar a pintar. A Lúcia via um futuro horrível, pois teria que abandonar o colégio e começar a trabalhar, para ajudar a família. Mas a Margarida teve a ideia que tudo resolveu. Contou à diretora o quanto a Lúcia era inteligente e que ela conseguiria fazer os exames com as alunas do terceiro ano. Esses exames permitiriam que a melhor aluna ganhasse uma bolsa ( e escolheria um colégio, onde ficaria sem pagar propinas). A diretora concordou e chamou a Lúcia para a informar da decisão.
E foi assim que tudo acabou bem.
Não é perciso esperarem muito, em breve publicarei o resumo do terceiro livro!
Este é o segundo livro desta coleção maravilhosa :)
Post nº132

1 comentário:
O livro e muito interessante
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